Osteoporose

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Doença osteometabólica mais frequente, a osteoporose se caracteriza pela perda de massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, aumentando a fragilidade do osso e o risco de fraturas. No mundo, estima-se que a cada 3 segundos ocorra uma fratura por osteoporose.

 

Homens acima de 65 anos e mulheres acima de 50 anos, principalmente depois da menopausa, estão mais suscetíveis a desenvolver o problema, que também tem outros fatores de risco, como deficiência em cálcio e vitamina D, consumo de álcool, tabagismo, deficiência na produção de hormônios, uso de glicocorticoides, baixo peso, baixa exposição solar, sedentarismo, histórico familiar, além de algumas doenças crônicas e uso contínuo de certos medicamentos.

Silenciosa, a osteoporose raramente apresenta sintomas antes que aconteça a sua consequência mais grave, a fratura óssea. Em todo o planeta, 1 em cada 3 mulheres e 1 em cada 5 homens correm o risco de apresentar uma fratura osteoporótica.

As lesões mais comuns são as fraturas de punho (rádio), coluna (vértebras), braço (úmero) e bacia (colo do fêmur), sendo esta última a mais perigosa. A probabilidade de que essas lesões ocorram, principalmente as de quadril e coluna, se eleva com a idade, tanto em homens quanto em mulheres. Com o aumento da expectativa de vida, estima-se que até 2030 o número de fraturas decorrentes da osteoporose cresça em 30%.

O diagnóstico da doença é feito através da Densitometria Óssea (DMO), exame não invasivo e indolor. Através dele é possível medir a densidade mineral do osso do fêmur e da coluna lombar, comparando o resultado com valores de referência pré-estabelecidos e possibilitando a identificação de anomalias ósseas precocemente. Pacientes que se encaixam no grupo de risco devem fazer o exame a cada um a três anos, dependendo do critério clínico, ou para acompanhamento do tratamento.

A prevenção da doença deve se iniciar desde a infância e perdurar durante toda a vida, através de uma alimentação saudável, com boa quantidade de alimentos ricos em cálcio, prática de atividades físicas regulares e aporte adequado de vitamina D.

O tratamento ideal é aquele que melhora a geometria do osso e sua microarquitetura, diminuindo a sua reabsorção e a incidência de fraturas. Se você se encaixa no grupo de risco ou suspeita da doença, agende uma consulta com nosso médico ortopedista e especialista em Cirurgia de Joelho, Dr. Gustavo Guerreiro.

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